boo-box

terça-feira, 21 de julho de 2026

Diário de Viagem: Japão - Sobre templos e lontras em Kyoto

A quarta-feira amanheceu meio chuvosa e fria, mas nada que impedisse de sairmos pra conhecer Kyoto melhor. Na programação do dia, tínhamos um complexo de alguns templos que ficavam meio distantes, mas que trazia um visual lindo em meio à natureza. A primeira parada foi no Nanzen-ji. O templo em si, estava fechado para visitações. Mas as construções e os arredores eram tão belos, que nem precisava estar aberto. Bem ao lado do templo, tinha um aqueduto antigo que era lindíssimo!











Apesar do tempo não estar dos melhores, fomos caminhando para o Chion-in, que era outro templo budista e, além da caminhada ser bem agradável, no caminho havia algumas coisas interessantes para fotografar. Ao chegar no templo, estava tendo um evento para gente importante (aparentemente). Sei que achamos que podíamos entrar e o monge já veio nos cortando, falando que não era permitido. Mas mesmo assim, fomos contemplados com ensaios de danças (que não podia fotografar, nem filmar), com os monges tocando instrumentos para que os grupos pudessem ensaiar. 















Foi um dos dias que mais caminhamos, saímos de lá e seguimos por uma das vias principais de Kyoto, perto de Gion, o bairro tradicional japonês. Mas só ficamos pela avenida principal mesmo, pois estávamos indo em direção ao Nishiki Market, o mercado de peixe mega turístico, que sempre está muito cheio. No caminho, passamos em frente a um shopping e havia uma escultura enorme do Mario dentro do cano, tivemos que entrar e descobrimos que havia uma Nintendo Store lá. Tinha uma camiseta linda lá, mas não tinha mais disponível no estoque, só a que estava no mostruário que não estava a venda (gastei meu japonês, falando com a funcionária da loja). 









Seguimos para o Nishiki Market, para comer alguma coisa. Eu achei que estaria mais lotado, mas ainda assim estava bem cheinho. Comemos alguns espetos de camarão, carne e dango (bolinha de mochi), além de um dorayaki do Snoopy e ichigo daifuku (mochi com anko e morango). Mas o que estávamos querendo mesmo, naquele lugar, era um pouco mais icônico e não era de comer. 








Almoçamos e fomos procurar o Loutre Otter Cafe, para brincarmos com as lontrinhas. Quando achamos o local, o Michel quase desistiu por causa do preço (na cabeça dele, tudo o que custava acima de 1000 ienes, que era por volta de uns R$ 35, era caro. A entrada pro café das lontras era 3000 ienes), mas eu consegui convencê-lo dizendo que seria oportunidade única de brincar com os bichinhos. Apesar de chamarem de café, não tem café nenhum, é só a oportunidade de brincar com as lontras, num período de 50 minutos. Durante esse período, podemos mexer nelas, damos comida e vemos elas brincarem. São uma fofura. No final, se você se inscreve no Youtube deles, ainda ganha um adesivo com uma fotinho de uma das lontras. Muito fofo!











Depois de sairmos abobados de lá, fomos atrás do Pokemon Center de Kyoto, pra ver o Lugia e o Pikachu montado no Ho-Oh. Só pra variar um pouco, o lugar estava bem cheio, mas pudemos visitar a loja e tirar algumas fotos, além de passearmos pelo shopping. Passamos numa Family Mart pra comprarmos nossa jantinha e voltamos pro hotel. 







Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos! Namastê!