Hoje, começo no blog, uma série contando um pouco da aventura mágica que eu e o Michel tivemos no Japão. Quero contar com a maior quantidade de detalhes possíveis, então, a série será bem longa! Como em outras viagens, vou tentar não parar no meio e ir até o final.
Mas vamos começar do começo. Desde meados da pandemia, cresceu em mim a vontade de aprender a língua japonesa. E junto com isso, foi amadurecendo a vontade de conhecer o Japão. Claro que, quem me conhece sabe, sou descendente de japoneses por parte de mãe e isso influenciou muito a decisão, afinal ter crescido envolvido nessa cultura, ajudou bastante. Minha prima Thais me lembrou recentemente que, quando ela morava no Japão, cheguei a dizer pra ela que não tinha o mínimo interesse em ir pra lá mas, claramente, isso mudou.
Após passagens compradas, tudo começou a ficar corrido. É correria pra preparar roteiro (eu sou bem metódico e faço tudo detalhe por detalhe), depois coisas pra levar, arrumar malas, pensar no que levar, afinal eram 25 dias. Assistimos centenas de vídeos no Youtube, perfis no Instagram e fizemos pesquisas em sites. Outra preocupação grande que eu tinha era com minhas plantas, afinal seria um mês sem regar. Comprei alguns sacos de irrigação a conta-gotas, pelo menos pra manter a jabuticabeira viva, que era o meu maior xodó. Aguardem atualização das plantas, na volta da viagem. Mas, no fim das contas, deu (quase) tudo certo.
Chegou o dia da viagem. Horas antes de sairmos de casa, em direção ao aeroporto, fui ver se algum país em que íamos fazer escala precisava do certificado de vacina de febre amarela, que nós já tínhamos, mas a nossa surpresa foi que não sabíamos onde estava. Fuça daqui, fuça de lá, conseguimos emitir um novo no site do Gov, mas não tínhamos onde imprimir. Ainda estava cedo, então saímos mais cedo e passamos numa lan house e fomos direto.
Eu odeio a Via Dutra, pois não sei por que cargas d'água o GPS mandou por lá. E eu entrei na via expressa, o que acabou ferrando mais tudo. Fomos até perto de Arujá pra conseguir sair da via expressa e conseguir fazer o retorno. Eu já estava estressado com o negócio da vacina, só me deixou mais perturbado. Detalhe, era por volta das 20h30 e não tínhamos comido. Ainda estávamos com fome.
Pois chegamos ao Ibis Budget, onde o carro ficaria por quase um mês descansando e esperamos a van nos levar para o aeroporto. Chegando lá, como os vôos da Ethiopian Airlines (nossa cia aérea) partem do terminal 1, fomos direto pra lá com as malas e, para a nossa surpresa, o check in estava sendo feito no terminal 3. E vamos atravessar o aeroporto inteeeeeeiro andando, com as malas e pegar uma fila bem grandinha já, que ainda não havia começado o atendimento. E ainda tendo que aguentar blogueirinha querendo fazer post de tudo, bem na nossa frente. Quando começaram a atender, tinha uma fila "especial" para quem tinha feito check in online, o que fez muita gente sair da nossa frente na fila e, detalhe, acabamos sendo atendidos primeiro que eles. Pelo menos um ponto positivo!!!
Malas despachadas, bilhetes de embarque emitidos e ficamos livres para comer e fazermos o que quiséssemos até a hora do vôo, que estava previsto para a 1h45 do dia 01/04. Fomos para a sala vip comer alguma coisa de graça, pelo menos, e ficamos fazendo um pouco de tempo por lá. Estava bem cheia. Já passando um pouco da meia-noite, resolvemos já partir para perto do portão de embarque. E como tudo já estava muito muito bom, o vôo atrasou, partiu quase 4h da manhã. Pra uma primeira postagem do diário de viagem, acho que já teve aventura o suficiente, não acham?
E adivinha quando que pediram os nossos certificados de vacina de febre amarela? NUNCA!
Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos! Namastê!
PS: Pretendo entregar uma postagem por semana às quartas, com muita sorte, consigo postar duas vezes na semana. Vou me esforçar, pois a viagem é bem longa!































































