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sexta-feira, 31 de julho de 2026

Diário de Viagem: Japão - Despedida de Kyoto e retorno para Tokyo

Como disse no post anterior, era o último dia que estávamos passando em Kyoto, antes de voltar pra Tokyo. Mas antes de partir, ainda tinha um último destino a se visitar: a floresta de bambu de Arashiyama. Claro que antes fomos tomar café naquela boulangerie maravilhosa na Kyoto Station (quem não sabe do que eu estou falando, tomar vergonha na cara e vai ver a última postagem rs). Pegamos o trem em direção à Arashiyama, chegando lá, ainda tinha uma pequena caminhada até o parque. 





Era antes das 9h, então estava razoavelmente tranquilo e conseguimos tirar algumas fotos. Perto do lago (ou rio ou represa, não sei dizer direito), tinha uma orla simpática para caminhar e olhar a vista. Durante o trajeto, havia muitos puxadores de rikisha, que devem fazer muito sucesso, mostrando o local para os turistas. O passeio foi rápido, mais pra conhecer e tirar algumas fotos mesmo. 










Voltamos pra Kyoto Station, onde iríamos pegar o shinkansen (trem-bala) de volta a Tokyo. Nosso trem sairia apenas as 12:39h (parece estranho colocar esse horário quebrado, mas é exatamente o horário que o trem sai da estação). Como ainda era por volta das 10h, fomos conhecer melhor a estação. Ela é enorme e fica num "buraco", pois em volta há várias construções ao redor. Subimos até o topo da estação e tiramos fotos lá em cima. Havia uma loja de roupas no caminho da subida, resolvemos conhecer e eu acabei comprando umas cuecas do Snoopy. A tiazinha vendedora foi muito paciente, pois me explicou que se eu fizesse cadastro na loja, ainda teria mais 10% de desconto. 








Fomos em direção à plataforma e, como iríamos viajar na hora do almoço, fomos procurar um bento box pra viagem. É bem tradicional você comprar esse tipo de marmita pra se comer no trem, durante a viagem. Encontramos uma loja de bentos, que tinha de tudo quanto é tipo. A iguaria principal do meu, era de frutos do mar e o do Michel, eu não faço ideia pois ele não tirou foto. A viagem era meio longa, mas reservamos lugares do lado em que ia passar o Monte Fuji, de propósito. Claro que, eu já encantado com o Fuji-san, eu ficava louco cada vez que o avistava. Tirei muitas fotos, nem todas ficaram boas por conta da velocidade do trem. Mas deu pra aproveitar a viagem. Mesmo o check-in do novo hotel em Tokyo ser a partir das 15h, chegamos na capital do Japão por volta desse horário, então já pudemos ir direto ajeitar as malas. Ainda bem que fomos atendidos por uma japonesa que falava inglês, então foi tudo mais fácil. 






Subimos, deixamos as malas, nos ambientamos um pouco e saímos pra explorar um pouco a região. Estávamos a, mais ou menos, 1 km do Senso-ji (templo budista, um dos mais famosos de Tokyo), então fomos andando até a região para conhecer. No caminho, passamos pelo prédio da Bandai Namco, que tinha um monte de bonecos de personagens na frente e tiramos várias fotos. 







Chegamos ao centrão de Asakusa, com vista para a Tokyo Skytree e pro prédio do cocô dourado (sede da empresa de cerveja Asahi. Originalmente, o prédio deveria representar uma caneca de cerveja, mas tem um cocozão dourado em cima que estraga tudo rs). Aproveitamos pra entrar na Mega Donki que tinha por lá, compramos alguns quitutes e voltamos pro hotel pra descansar. 





É isso, pessoal, o dia foi meio parado! Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos! Namastê!



terça-feira, 28 de julho de 2026

Diário de Viagem: Japão - Mais templos e encontro em Kyoto

 Sexta-feira, dia 17/04, foi um dos dias que mais andamos de ônibus pelo Japão, especificamente em Kyoto. Nossa programação contava com visitas a alguns templos que ficavam um pouco afastados do centro. A primeira parada era o Kiyomizu-dera, mas antes paramos na Kyoto Station pra tomar um café da manhã gostosinho. Aliás, tem uma padaria lá que recomendo demais, Boulangerie Patisserie Grandir, que fica dentro da estação.

Fomos para o terminal de ônibus e já havia uma fila bem considerável de gente, tanto que encheu o primeiro ônibus e tivemos que esperar o próximo, o que foi muito bom, já que pudemos ir sentados. O Kiyomizu-dera é um templo budista, que fica no alto de uma montanha. O pavilhão principal, construído em madeira, é sustentado por 168 pilares de madeira, com aproximadamente 13 metros de altura e o templo é considerado patrimônio mundial da UNESCO. É um lugar que costuma estar bem cheio e, além dos turistas, ainda tinha algumas excursões de escola, mas não deixa de ser muito bonito e vale a pena visitar. Pra ficar ainda mais bonito, é rodeado por uma floresta. 



















Após andar pelo complexo e tirar fotos, descemos o morro, pela rua que é cheia de lojas. Inclusive, um bom lugar para comprar lembranças, foi onde encontrei o daruma da Dani. Mas mais importante do que as lojas de suvenir, tinha um café do Snoopy, onde compramos algumas coisas, tomamos uma bebidinha a base de leite e morango. Como acabamos comprando algumas coisas maiores e volumosas e, ainda íamos passar por, pelo menos, mais dois locais, resolvemos voltar para o hotel e deixarmos as coisas antes de seguir com o passeio. 








Nosso próximo destino era o Kinkaku-ji, o pavilhão dourado. É outro templo budista, mas o grande atrativo dele é ser coberto de folhas de ouro. Não se pode entrar no prédio do pavilhão dourado, ou seja, a visitação é toda do lado de fora. O templo é rodeado por um lago e, sinceramente, achei um pouco decepcionante. Por mais que seja bonito, um lugar famoso, vendo por fotos e vídeos, parecia ser bem maior do que realmente é e não há muito o que se ver por lá. Como a nossa próxima programação, iríamos andando e a caminhada seria de aproximadamente de 20 a 25 minutos, paramos pra comer algo no 7 Eleven. 










Chegamos ao Ryoan-ji, mais um templo, mas que é famoso pelo jardim de pedras que possui. Dizem que, independentemente de que ângulo você esteja observando, nunca conseguirá ver as 15 pedras que compõem o jardim ao mesmo tempo, pelo menos uma sempre ficará oculta (pois eu e o Michel conseguimos ver as 15, de um ângulo específico, mas tudo bem rs). O local possui um lago enorme dentro de um parque. 










Durante o dia, estava conversando com a Thábata, que mora em Kyoto e tentando marcar um possível encontro pra pôr as conversas em dia. Papo vai, papo vem, deu certo de marcarmos depois do trabalho dela. Então, tínhamos que fazer mais um pouco de hora pela rua, pra depois irmos a seu encontro. Como tínhamos passado meio de longe por Gion, um bairro tradicional japonês, resolvemos ir pra lá. As construções antigas encantam e nos remetem a um Japão colonial, com casas de madeiras e estruturas típicas. Não sabíamos que havia um templo em que havia um Daibutsu (grande Buda), que dava pra visualizar de longe. Tentamos ir ao templo, mas já estava fechado, então tivemos que nos contentar em tirar fotos do lado de fora mesmo. Ainda antes do encontro, resolvemos parar pra tomar um sorvetinho.













Mais ou menos no horário combinado, nos dirigimos ao local do encontro, esperamos um pouco e, finalmente, nos encontramos. Eu conheci a Thábata quando estava fazendo o preparatório para o JLPT, nas aulas online, e nosso grupinho se encontrou algumas vezes. Ela estava acompanhada de uma amiga, a Paula, muito divertida e simpática. Andamos pelas ruas de Kyoto, por entre os bares e restaurantes. Acabamos indo a um bar, pra comer algo, beber e colocar o papo em dia! Foi bastante divertido! No outro dia, partiríamos cedo pra Arashiyama e depois de volta a Tokyo, então nos despedimos e seguimos para o hotel. Foi um dia cansativo, mas uma despedida digna de Kyoto!










Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos! Namastê!