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quinta-feira, 4 de junho de 2026

Diário de Viagem: Japão - Sábado chuvoso

 Após ter dormido cedo na sexta-feira, dia em que chegamos ao Japão, já era de se esperar que acordaríamos bem cedo. Pois, por volta das 4h30 da manhã, já tínhamos despertado. Ao abrirmos a janela, nos deparamos com uma paisagem linda, com o dia ainda amanhecendo. Ficamos admirando o raiar do dia pela janela, mas cedinho ainda descemos para o saguão do hotel. O hotel oferecia alguns pães (todos doces), café e chá, mas nada que sustentasse um bom café da manhã. Sempre comíamos algo por lá, depois íamos complementar num konbini. Abaixo do hotel, tinha uma Family Mart, que quebrou muito nosso galho. 




Café da manhã tomado, nosso roteiro estava programado para coisas leves, afinal ainda estávamos bem judiados da viagem. Mas como ainda era muito cedo, aproveitamos para conhecer a pracinha em frente ao hotel, onde havia uma estação fluvial. Resolvemos explorar um pouco da região, principalmente por conta do primeiro dia em que nos perdemos na estação de Hamamatsuchö. Mas com o corpo um pouco mais descansado, foi mais fácil de entender a dinâmica do local. 








Partimos em direção ao Jardim Rikugien, que é um parque voltado para o paisagismo japonês. Uma verdadeira obra de arte natural, com um jardim extremamente bem cuidado. A entrada era paga, custava 300 ienes (aproximadamente R$ 11,00), mas valeu cada centavo por conta da beleza e nosso primeiro contato com a sakura (flor de cerejeira). 
















Continuando o roteiro, havia um templo há uns 10 minutos de caminhada de onde estávamos, só que, no meio do caminho, começou a chuviscar. Apertamos um pouco o passo e encontramos o templo Kissho-ji. Incrível como um templo se mistura facilmente com a urbanidade local da cidade, pois nunca que esperávamos que teria um templo num local totalmente residencial. A chuva começou a apertar de vez e, tivemos que fazer uma adaptação no nosso roteiro. Estava programado de irmos a uma rua comercial tradicional, com lojas antigas e arquitetura tradicional, à pé, para conhecer um pouco mais da vizinhança, mas resolvemos ir de ônibus. Fomos obrigados a entrar numa loja de conveniência e comprar um guarda-chuva. 








Fomos para Yanaka Ginza (a tal rua comercial) e era beeeem sem graça, com uns 50m de comprimento e meia dúzia de lojas. Achei meio que perda de tempo, mas entramos numa loja de gashapon e pegamos um do Ultraman para o Bonfim (um não, na verdade dois, porque o primeiro saiu um monstro meio sem graça). Seguimos para o almoço e o nosso primeiro sushi de esteirinha: Kura Sushi. Era num lugar meio afastado (fomos de trem), mas valeu a pena pois não pegamos fila pra entrar. Fazíamos um pedido num tablet e chegava, pela esteira, até nossa mesa. No final, quando devolvemos os pratos, a cada 5 pratos, participávamos de um mini game, onde podíamos ganhar um brinde. A rede estava com uma parceria, divulgando o anime Detetive Conan, que lançou filme no cinema. Ganhamos um ímã de geladeira e, ao pagar, ainda ganhamos uma pastinha de plástico que nos foi muito útil!









Seguimos para Akihabara, um bairro onde se encontra lojas enormes de eletrônicos, artigos de animes (como action figures) e muita luz espalhada por todo lado. Passamos a maior parte do tempo, dentro das lojas de eletrônicos mais famosas do Japão: Bic Camera e Yodobashi. Foram andares e mais andares de eletrônicos, brinquedos, comida, jogos, videogames, câmeras. Entre uma loja e outra, paramos pra comer algo doce e encontramos uma café delicioso, perto da estação. Nesse dia, só comprei o meu Uno do Snoopy. Voltamos pro hotel e fomos descansar, pois no outro dia iríamos para outra cidade. Mas isso é história para um próximo post. 










Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos! Namastê!

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