A quinta-feira, dia 16/04, era um dos dias mais esperados da nossa viagem. Um dia que estava sendo programado desde dois meses antes, para conhecermos o Museu da Nintendo. Mas por que tanto tempo para programar a visita? Pra quem não sabe, o Museu da Nintendo não é aberto para quem quiser ir a qualquer momento. Dois meses antes, você se inscreve para concorrer a oportunidade de comprar os ingressos. Há um controle rígido para poder comprar. Eu e o Michel nos inscrevemos, pois tínhamos, assim, duas chances de ser sorteados. No fim das contas, nós dois fomos sorteados para horários diferentes, então ainda tínhamos a oportunidade de escolher o horário. Nosso horário ficou para as 11h, então pudemos acordar tranquilos, tomar um café decente, mesmo o museu sendo um pouco distante.
Chegamos meio cedo à estação, tomamos um café que compramos na máquina, tiramos algumas fotos na estação que tinha um modelo de vagão de trem e depois seguimos para o museu. Ainda esperamos um tempo, até dar nosso horário, mas como estávamos com tudo certinho, não foi difícil de conseguirmos entrar. Deixamos as bolsas no guarda-volumes. E fomos pro jardim tirar fotos. Toda a ambientação é bem legal, lembrando os jogos da Nintendo, especialmente Super Mario Bros.
O museu tem dois andares, no andar superior é onde fica o museu mesmo com toda história da Nintendo, mostrando personagens, consoles, cartuchos, brinquedos lançados e todo aparato da marca. Infelizmente, no andar superior não era permitido tirar fotos, mas é bem grande, com muita coisa pra se ver. Já no andar inferior, ficam os "brinquedos". Na entrada do museu, recebemos um cartão personalizado, que possui um crédito de 10 moedas. Você pode utilizar esses créditos para jogar videogame, participar de outros jogos e brinquedos da marca. É divertido demais! O mais improvável, que o Michel até tinha falado que não ia querer de jeito nenhum, era o beisebol, mas que era tão legal, que fomos duas vezes cada um.
Depois de gastar nossos créditos e terminarmos de ver tudo no museu, dirigimo-nos à lanchonete, pra almoçar. Não era nada de muito especial, eram hamburgueres que você escolhia a forma de montar. Em seguida fomos à lojinha do museu, que dá vontade de comprar tudo. Fiquei apaixonado pelo controle de pelúcia gigante do Wii, mas impossível trazer pro Brasil por conta do tamanho. Depois de tirar mais algumas fotos, fomos embora.
Acabamos fazendo uma mudança na programação, pois iríamos ao Fushimi Inari Taisha, aquele santuário com mais de mil toriis, bem cedo antes do museu, mas resolvemos fazer o inverso. Ainda estava cheio quando chegamos, mas depois de subir um pouco o morro, já começa a ficar mais vazio. É bem cansativo, pois são morros e morros, mas é um passeio muito válido. Tivemos até a oportunidade de ver um torii sendo carregado, para que fosse colocado mais acima no morro.
Chegando no ponto mais alto, ainda tivemos visão do por do sol. Na descida, ainda passamos por alguns túmulos e estátuas que pudemos fotografar. Já fora da área do santuário, compramos um pepino no espeto, que, como dizem, realmente é muito refrescante. Ele é curtido no sal e geladinho. Antes de voltar pro hotel, dentro da Kyoto Station, jantamos um rámen, primeira vez do Michel experimentando. Voltamos para o hotel cansados, mas satisfeitos com o dia lindo que vivemos!
Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos! Namastê!


























































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