Já estávamos no fim da viagem, sobraram poucas coisas no nosso roteiro, pois acabamos guardando os últimos dias para ficarmos mais livres e, eventualmente, fazer uma comprinha aqui ou ali, além de, se tivéssemos que fazer algo fora do roteiro ou ainda que esquecemos, teríamos esses dias mais tranquilos.
A nossa última quinta-feira no Japão não estava totalmente livre, mas era um dia bem sossegado. Como nosso hotel ficava razoavelmente perto do Sensooji, um dos templos mais famosos de Tokyo, fomos cedo, aproveitamos pra tirar fotos com o Kaminarimon ainda bem vazio e tomar café lá por perto. Fomos ao Tully's Café, meio famosinho lá por Tokyo, mas não é nada de mais (tinha um estadunidense mala enchendo o saco dos atendentes).
Voltamos ao templo e tiramos várias fotos, aproveitamos pra tentar nossa sorte, pegando um dos omikuji. O meu não era coisa boa, então amarrei no varalzinho próprio pra isso, que depois é destinado à cremação, para espantar as coisas negativas. Ainda no templo, descansamos um pouco, tomamos um suco e seguimos passeio.
Bem próximo, fica a margem do rio Sumida, com as vistas da Tokyo Skytree e do edifício da cerveja Asahi, que tenta imitar uma caneca de cerveja, com algo meio inusitado, que mais parece um cocô dourado gigante.
O clima do dia não estava muito agradável, então resolvemos voltar pro hotel, pra deixar as comprinhas e descansar um pouco. Tínhamos ingresso pra Skytree, às 20h30, então nos recompusemos e fomos. A Tokyo Skytree é a maior estrutura de todo o Japão, medindo 634m de altura, só sendo menor que a Burj Khalifa, nos Emirados Árabes Unidos, com 828m. O elevador é extremamente rápido e você chega até meio tonto na primeira plataforma de observação. Como o tempo estava chuvoso e havia muitas nuvens, não tínhamos muita visão de tudo por lá. Até as fotos saíram todos enevoadas. Estávamos quase indo embora, quando vimos um elevador que subia para o andar mais elevado, só que era uma atração mais cara. E não é que eu tinha comprado o mais caro e tínhamos direito a subir? Quase fomos embora sem subir o restante.
Descemos e, em meio à chuva, passamos num mini mercado que vendia umas marmitas bem gostosinhas, ficava bem perto do hotel. Foi um achado, pena que descobrimos meio tarde. E foi assim nosso dia, prontos pro dia seguinte acordar cedo e fazer mais uma pequena viagem à uma cidade vizinha: Saitama.
Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos! Namastê!























































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