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quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Musée Rodin e Galleries Lafayette

 A terça-feira, após viagem de Londres a Paris, amanheceu bem chuvosa na capital francesa. Mas após tomarmos o magnífico café da manhã do hotel, já tínhamos programação com horário reservado. Partimos do hotel, para estação La Motte Picquet Grenelle, um pouco mais distante, mas mesmo com chuva, não atrapalhou muito, já que a maior parte do trajeto fazemos embaixo da linha do metrô, portanto é coberto. A ideia era atravessar a Esplanade des Invalides tirando fotos do Hôtel des Invalides, mas debaixo de chuva, tudo o que fizemos foi sair correndo em direção ao museu. 

Chegamos ao Musée Rodin e ainda estava fechado. Já tinha uma fila grande, que era de excursão de escola, mas como tínhamos ingresso comprado e com horário agendado, acabamos passando na frente. O museu, além de um jardim exuberante, com estátuas famosas do escultor, como O Pensador, tem uma grande quantidade de obras, não só de Auguste Rodin, mas também de outros artistas ligados a ele, como peças de Camille Claudel, Van Gogh e Renoir. 











Passamos aproximadamente 2h30 dentro do museu, admirando as artes e fotografando bastante coisa. Tiramos poucas fotos no jardim, por conta da chuva. Com esse tempo xexelento, acabamos mudando um pouco nosso roteiro. Íamos visitar a Basilique du Sacre-Coeur, mas não tinha condições. Acabamos indo à Galleries Lafayette.







Para quem não conhece, a Galleries Lafayette Haussmann é uma loja de departamentos chique, que fica dentro de um prédio com uma cúpula exuberante. Nos seus mais de 7 andares, você encontra de tudo, especialmente artigos de luxo caríssimos. Passamos por alguns andares de nosso interesse, tiramos algumas fotos lá dentro. Michel até comprei um negocinho por lá. Saímos a procurar algum lugar para almoçar nas redondezas. Encontramos um restaurantezinho mequetrefe, de comida italiana, baratinha, mas era o que tinha para não ficar andando na chuva. 






Após comer, como o tempo não ajudava, Michel achou um shopping, no subúrbio de Paris, que tinha algumas lojas interessantes. Vimos o trajeto a seguir e fomos de busão. A viagem foi meio longa, mas encontramos algumas lojas interessantes por lá, como Primark (roupa baratinha rs), Lush, além de um Carrefour onde compramos mais batatas Bretz. Achamos uma Jeff de Bruges, a mesma que tomamos um chocolate quente maravilhoso na Avenue des Champs-Elysèes, mas nessa loja não tinha chocolate quente, então tomamos um sorvete de morango mesmo e nos surpreendeu. 


Voltamos para o hotel, já cansados. Passamos num Carrefour City, perto do hotel para comprar algo para o jantar e dormir cedo. Afinal o dia seguinte, seria espetacular! Vamos aguardar a próxima postagem. 


Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos virtuais a todos! Namastê! 

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

O retorno a Paris

 Por que será que, quando algo é agradável, a tendência é parecer que passou tudo rápido demais? Depois de um dia de compras e passeio em Camden Town, era hora de terminar de arrumarmos as malas e partir. Tomamos café da manhã, bem cedinho, numa Caffé Nero que havia perto do hotel e não tínhamos muito tempo para ficar enrolando.


Partimos em direção à estação St Pancras, mas como queríamos já ir direto para a linha que chegava à esta estação, fomos andando até uma estação mais distante, carregando as malas. Por volta de 1 km. Como estávamos com tempo, não foi tão ruim a caminhada, considerando que era tudo plano. 

Chegamos relativamente à estação, deu tempo ainda de gastar as últimas libras que tínhamos, enquanto aguardávamos nosso trem de retorno. Aproveitei pra tirar fotos de alguns trens, mas também não tinha nada de muito diferente. 




Quando chegou a hora autorizada para entrarmos na área dos pagantes, tinha uma multidão de gente. Não tinha lugar para sentar, de tão cheio que estava. Achamos um canto próximo a uma das escadas rolantes que levava para as plataformas dos trens. Ao ser anunciado o nosso trem e a respectiva plataforma, por um acaso estávamos em frente à escada certa, fazendo com que fôssemos os primeiros a entrar no trem. A viagem é relativamente rápida, considerando que estamos viajando entre dois países diferentes e atravessando um túnel que passa por baixo do Canal da Mancha. 




Ao chegarmos em Paris, na Gare du Nord, tínhamos que colocar crédito no nosso Navigo (cartão de transporte). Como ainda íamos ficar 6 dias na cidade, queríamos colocar o passe semanal, para economizarmos e andarmos à vontade. Acontece que não sabíamos que não dava pra fazer isso com o cartão que já tínhamos (Navigo Easy). Perguntei pra um guarda que estava organizando a fila da bilheteria, mas a única coisa que ele me disse é que não dava pra colocar esse tipo de crédito naquele cartão. Virou as costas e foi-se. Acabamos colocando o passe diário mesmo e depois veríamos o que deveria ser feito. Quando chegamos na estação Cambronne, perto do hotel, resolvemos perguntar na bilheteria daquela estação. Perguntei se a atendente falava inglês e ela, prontamente, respondeu: "Eu falo português!". Foi um alívio. Explicou tudo o que tinha que ser feito, que precisava de outro cartão, precisava de uma foto 3x4 para colocar nele, pq era pessoal e intransferível (mas já estávamos preparados pra isso). E por fim, ela fez para nós! Pudemos andar tranquilamente durante o restante da semana. 


Retornamos pro hotel, fizemos nosso check-in, pegamos nossa mala que tínhamos deixado no guarda-volumes e subimos. Dessa vez estávamos mais altos, no sétimo andar, mas o leiaute do quarto era igual. Como estávamos bem cansados, resolvemos só irmos jantar pela redondeza mesmo, num restaurante japonês que tínhamos passado em frente, achamos meio carinho, mas resolvemos ir mesmo assim. Aparentemente, a mulher que nos atendeu era chinesa, mas a comida japonesa estava uma delícia. 


Falei que seria um dia mais sem graça, já tinha dado spoiler. No próximo dia, tivemos museu na chuva e Galleries Lafayette. 

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos virtuais a todos! Namastê!

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Regent's Park, Camden Market e Amy Winehouse

 Último dia em Londres e tínhamos que aproveitar muito. Pra variar, acordamos cedo (velhinhos não conseguem dormir até tarde). Tomamos um café reforçadinho, mas o destaque fica pro sanduíche que o Michel escolheu, com um estilo meio inglês, que tinha recheio de feijão. E vou te falar, não era ruim. 

Após nosso desjejum, fomos em direção ao Regent's Park. Estava um dia bem agradável, conseguimos sair sem blusa e cachecol, aproveitamos bem o solzinho. O parque se destaca pelos seus gramados enormes e pelos jardins reais, com uma coleção imensa de rosas da Rainha Elizabeth II, vulgo Betinha. Passamos horas agradáveis, andando pelo jardim, admirando as flores. 
















Atravessamos o parque inteiro, em direção à Camden Town. O bairro é um lugar famoso pelo Camden Market, que abriga muitos comerciantes de rua, ambulantes, lojas de souvenirs, além de praças de alimentação, lojinhas alternativas e muita gente. Aproveitamos pra comprar alguns souvenirs, pra somar com os que já tínhamos comprado em Notting Hill, na Portobello Road. 












A minha obsessão, ao visitar o Camden Market, era procurar e tirar uma foto na estátua da Amy Winehouse. Ela estava rodeada de gente e tinha fila pra tirar foto junto, então tentamos dar um jeito de tirar a foto de longe mesmo. 


Apesar de ter sido nosso último dia em Londres, estarmos bastante cansados de tanto andar, foi um dia bem agradável, com comidinhas boas, clima delicioso e conhecendo um lugar bem diferente. Recomendo para quem estiver passando por Londres. Pra finalizar o dia, comemos um sushi box e recebemos a visita de uma joaninha em nosso quarto. 



O próximo post da viagem será curto, pois não fizemos muita coisa a não ser viajar, mas ainda assim tem algumas coisas legais pra contar. 

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos virtuais a todos! Namastê!