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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Série New York - Comida

As perguntas que mais me fazem quando vou viajar, estão relacionadas com comida: mas que tipo de comida tem lá? Você só comeu hambúrguer? Hot dog? Não tem arroz e feijão??? Então, tudo depende da minha vibe. Geralmente, quando estou acompanhado, acabo comendo melhor, procurando lugares melhores pra comer e, se estou sozinho, como menos bem, por assim dizer.


Comi muito sanduíche, isso é fato, mas alguns deles era com pão integral, frutas, verduras... ok, isso não justifica. Mas a verdade, é que precisava de praticidade e bom preço. Teve dias que minha refeição foi só um pacote de Cheetos (que é maravilhoso, diga-se de passagem. Lá o salgadinho tem gosto de queijo, não só o fedor, igual ao do Brasil) com refrigerante. Outra coisa que comi também, especialmente quando ia às farmácias, foi fruta. Abacaxi, cereja, melancia, além de quase tudo eles colocarem abacate.







Sushi também era minha salvação. Comi um dia num fast food, comprei na farmácia, comprei na deli. Pra quem gosta, é bem prático, sempre tem as bandejinhas que você pode comer no local ou levar pro hotel, como fazia na maioria das vezes. Além do arroz do sushi, comi bastante arroz nas delis, onde tem comida por quilo self service. Aliás, durante a série toda, falei bastante sobre a Delis 48 e não me canso de falar, estou com saudades da comida deles!






Outra coisa que eu podia ter explorado mais, são os sorvetes. O calor estava intenso, mas eu nem devorei tantos assim! O ponto alto ficou por conta da loja da Magnum, onde falei como queria o meu sorvete. Comprei sorvete Häagen-Dazs na farmácia e paguei US$ 0.99, no pote pequeno (preço igualzinho daqui rs). Não chupei sorvete Ben & Jerry's, apesar de querer muito. Para se refrescar, muitos novaiorquinos andam com copos de chás e cafés gelados, comprados nas lanchonetes e cafeterias.










Os dias em que gastei mais, foi quando fui a restaurantes, todos de redes famosas, como o TGI Friday's, Bubba Gump e Olive Garden. Dos 3, a melhor refeição, a mais saborosa, foi a do TGI Friday's, sem dúvida alguma. O suculento bife com molho de lagosta e as batatas bem temperadas, estavam deliciosos! O Bubba Gump é bom pra quem gosta de frutos do mar (e eu gosto!). O Olive Garden foi o mais fraco dos três, mas não foi ruim, pelo contrário! Fui também a uma feira gastronômica no Brooklyn, onde comi fish, shrimp and chips (peixe, camarão e fritas) e me arrependi, não por estar ruim, mas com tantas opções diferentes, podia ter optado por algo melhor. É que a palavra "camarão" ficou martelando na minha cabeça e não teve jeito.







Ah, como esquecer dos cafés da manhã? Dificilmente você encontrará um hotel com café da manhã incluso nos Estados Unidos, é diferente daqui. Quando há café da manhã, é pago a parte e, ainda assim, é bem ralé. Mas, pelo menos em Nova York, não há como passar necessidade. Em cada esquina você encontra uma cafeteria (Starbucks se encontra até duas no mesmo quarteirão) com pães, bagels, bolos, muffins, sucos, cafés, isso sem contar naqueles com cafés mais tradicionais americanos com ovos e bacon, panquecas, french toast. Eu sou apaixonado por bagel com cream cheese e devo confessar que comi bastante. Mas nada supera o bagel com cream cheese e salmão defumado, que comi próximo ao World Trade Center! Estava fantástico!






Uma outra coisa que não poderia faltar nesse post são os doces. Não os industrializados como chocolate e balas, mas os feito em confeitaria, padaria, docerias... Fui à Carlos Bakery, à Magnolia Bakery, Starbucks... Cada doce bom, outros nem tanto, mas o que importa é que eu estava lá e provei!









E respondendo às perguntas: não, eu não comi hambúrgueres nem hot dogs, nenhuma vez sequer! Mas não podia deixar passar os donuts, um mais delicioso que o outro! Chocolates, barras de cereais e balas também fizeram parte do meu dia a dia! Isso sem falar nas pizzas, que não são deliciosas como muitas aqui em São Paulo (desculpa, mas é SP mesmo, a pizza pelo Brasil não é tão boa quanto daqui), mas são enormes e enchem os olhos, além de ser uma opção prática na hora de comer. É fácil de se comer em NY, quando se sabe onde ir.









Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!

domingo, 6 de novembro de 2016

Resumo da semana #44 - 2016

Semana muito agitada, com um feriado bem no meio, mas sem dúvidas, foi uma semana inesquecível!

- Filme: "Letra e música" (Music and lyrics)


- Música: Outkast - Hey ya


- Eventos: Aniversário do Luca e da Cláudia; e festa da Ivaí, num sítio.




- Comidas: salgadinho coreano de caranguejo; pão caseiro, que eu fiz



- Fato alegre: Poder falar que além de colegas de trabalho, tenho vários amigos dentro da empresa

- Fato triste: Tretas

- Fato engraçado: Nossa, foram tantas risadas no fim de semana, mas a frase "Eles são vizinhos?", contado pela Vanessa foi impagável.

- Encheção de saco: Dor de garganta chata, que tratei com remédio que ferrou meu estômago.

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!

Imagem do filme compartilhada de Adoro Cinema.
Vídeo compartilhado do canal do Youtube OutkastVEVO.

PS: Eu, o Michel e a Giulia, estamos começando um novo projeto, chamado Lab TPM, que vai ter blog e canal do Youtube. Na terça, subi um vídeo, que é piloto do piloto do piloto (fizemos alguns vídeos pra treinar edição). Dêem uma olhada no vídeo.


terça-feira, 1 de novembro de 2016

Série New York - Voltando pra casa

O sonho acabou! Mas ainda me restavam algumas horas para aproveitar a cidade. A diarréia ainda estava me cercando, mas bem mais tranquila do que no dia anterior. Acordei mais cedo do que o normal, pra aproveitar, e fui tomar café no Starbucks. Comer meu último bagel com cream cheese e tomar um Gran Iced Caramel Macchiato (com o nome de Donald).


Depois disso, fui sentar na escadaria vermelha da TKTS e fiquei contemplando a vista, com todos os anúncios em neon, que mesmo de dia ficam acesos. Agradeci mentalmente a oportunidade de ter visto tudo aquilo mais uma vez e agradeci NY pela excelente acolhida. Dei uma volta, passei na loja da M&M's de novo, e dessa vez comprei um pouco (menos de 100g) do sabor café com leite e o crispy.



Hora de fazer checkout no hotel. Desci com minhas coisas e deixei numa sala no hotel pra guardar as malas. Paguei US$ 5, para deixar as duas malas e a mochila. Fui caminhar mais um pouco, passeei mais uma vez pela Rockefeller Center e entrei novamente na loja da Nintendo. Eu estava namorando uma camiseta, mas só tinha um número maior do tamanho que eu uso, por isso não havia comprado antes, resolvi comprar, senão iria me arrepender depois. Passei na loja da Lego e comprei alguns chaveiros, de tanto que o Kiko insistiu!








Almocei na Delis 48 pela última vez e, sei que já falei várias vezes, mas foi uma das melhores comidas que comi por lá, especialmente porque tem arroz branco, alguns outros tipos de arroz (com legumes, com frutos do mar) e não deixa nada a desejar a um self service brasileiro (o frango teriyaki é maravilhoso).


Após o almoço, voltei para o hotel e fiquei sentado no lobby. Tinha banheiro por lá e sofázinhos bem confortáveis. Esperei até, aproximadamente, 14h e peguei as malas. Na frente do hotel, possui vários táxis e carros parados. Quando o funcionário do hotel perguntou se eu iria precisar de um táxi e eu respondi que chamaria um Uber, surgiu do nada um senhor dizendo que trabalha com o Uber e me levaria ao aeroporto, por US$ 60. Como o preço que estava dando no aplicativo estava entre US$ 75 e 84, aceitei.


No caminho, fomos conversando. Ele era equatoriano e fez várias perguntas como de onde eu sou, pra que time eu torço, se estava a passeio... Ele comentou que dali a dois dias teria jogo das eliminatórias da Copa, entre Brasil e Equador. Filmei um pouco do trajeto, tirei algumas fotos e chegamos ao aeroporto, depois de uma hora, mais ou menos, de viagem.


Cheguei bem cedo ao aeroporto, mas ainda bem que eu já podia despachar minhas malas. Mas ainda assim, estava com a mochila pesada. O aeroporto JFK é bem grande e logo fui pro embarque. Dei uma olhada nas lojas e acabei comprando aquele perfume, que a promotora da Blommingdale’s tinha espirrado em mim. Comprei um donut (self service) e fiz muita hora por lá. Joguei muito Candy Crush. Lá pelas tantas, fui jantar, mas me arrependi profundamente. Pedi um chá verde com leite que estava tão forte, que não agüentei e joguei fora, além do sanduíche de queijo com tomate seco que estava extremamente duro.





Chegou a hora do embarque e a parte do avião em que eu estava, não tinha quase ninguém. Na fila do meu assento, de 8 poltronas, apenas 3 estavam ocupadas. Achei que fosse conseguir dormir tranqüilo, mas não consegui dormir nada. Assisti dois filmes e ouvi muita música! Cheguei ao Brasil morto de cansaço, mas feliz de estar em terras tupiniquins. Passei no free shop, que é de lei, e depois aquele frio na barriga ao passar pela Polícia Federal, mas passei direto. Bom pessoal, essa foi minha viagem! Espero que tenham gostado e sintam-se à vontade pra me perguntar o que quiserem, por aqui, no Facebook, no Twitter, Instagram ou qualquer outro meio.






Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!

PS: ainda vou escrever, pelo menos, mais um post sobre Nova York. Na sexta, vou falar sobre tudo o que comi por lá.