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domingo, 28 de janeiro de 2018

Resumo da semana #4 - 2018

Semana de pouca novidade, alguns sintomas do tratamento ainda, culminando com o mais visível deles, agora no fim de semana, a alopecia.

- Filmes: "Jumanji: Bem-vindo à selva" (Jumanji: Welcome to the jungle), "Meu amigo, o dragão" (Pete's dragon) e "Jogos Vorazes" (The Hunger Games)

 

- Música: Lindsey Stirling Feat. Andrew McMahon in the Wilderness - Something wild


- Eventos: Jogos de tabuleiro com amigos (Marcelo, Well, Jé e Doug) e visita do Alê, Lucas e Carina



- Comidas: Empada de camarão com café, pastel de nata e queijadinha Mathilde, da Casa Mathilde; fogazzas da Fogazzi Fogazzaria




- Fato alegre: Lembrar-se do prazer que é colorir

 

- Fato triste: Querer fazer tanta coisa e não poder fazer quase nada. E ter de adiar ainda mais o meu tratamento, devido às células de defesa do meu corpo estarem com uma contagem muito baixa. O normal é 1600, estou com 340!!!

- Fato engraçado: "Mas que planta que ele cuida?" by Carina

- Encheção de saco: Queda de cabelo (alopecia), estou ficando careca. Amanhã, vou raspar!

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!
Obrigado por todas as vibrações positivas!

Imagens dos filmes compartilhadas de Adoro Cinema.
Vídeo compartilhado do canal do Youtube de Lindsey Stirling.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Diário de uma doença III - Uma sucessão de erros

Depois de sair do consultório do gastroenterologista, voltei pra casa e dei a notícia para minha mãe. Ela ficou desconcertada, mas eu a acalmei dizendo que lutarei até o fim e que, aparentemente, o tumor era inicial, o que dava mais chances de cura.

Logo fui ligar para o hospital A. C. Camargo, para agendar a minha consulta e consegui para segunda-feira, dia 18/12, com o dr. Paulo, da equipe de colorretal. Até então, nem tinha percebido da tal de "equipe de colorretal", mesmo porque eu estava meio desconcertado ainda, mas deixei pra lá. Resolvi algumas coisas naquele dia e, ao chegar em casa, fui checar meus e-mails e tinha um do hospital, pra confirmar a consulta. Só aí que fui ver o "colorretal". Achei estranho, afinal o meu tumor é no estômago. Fui ligar para o atendimento do hospital, mas só funcionava até as 19h e era 19h18min. Acordei cedo no dia seguinte, para ligar logo no primeiro horário para confirmar.

Acordei às 7h, para já pegar o primeiro horário, peguei meu celular e cliquei no último número que havia falado, crente que era do hospital. Tentava e dizia que aquele telefone não estava programado para atender chamadas. Tentei diversas vezes e achei melhor esperar até as 8h, para ver se eu não estava enganado no horário. Mesma mensagem. Fiquei confuso, não era possível! Só aí que lembrei que o último número com qual havia falado não era do hospital, mas o atendimento da NET havia me ligado, para resolver um problema com minha TV. Consegui falar no hospital e frisei que o meu tumor era no estômago, a atendente pediu alguns minutos e enfim confirmou que estava agendado certinho.

No dia da consulta, apareci como agendado e o hospital estava sem sistema. Estava lotado!!! Estavam distribuindo senhas manuais e não tinha previsão de reestabelecimento do sistema. O jeito era esperar. Depois de 1h30min de espera, abri a ficha e demorou mais uns 30 minutos para o médico me chamar. Entrei no consultório e não era o dr Paulo, era o dr Nilton, mas ele logo disse que era da equipe e já fiquei um pouco mais tranquilo. Após contar ao médico por tudo o que passei, ele me fez a pergunta: "Foi você que pediu para agendar com a equipe de colorretal?". Expliquei a ele que não, inclusive frisei que o tumor era no estômago e ainda liguei para confirmar. Ele disse que a equipe que cuida de estômago era a de "abdominal", mas que iria fazer meu prontuário, além de conversar com algum médico da equipe de abdominal, para ver se conseguia um encaixe para aquele dia mesmo, para não dar viagem perdida.

Após abrir meu prontuário, o médico saiu da sala com resultado de um dos exames na mão, atrás de alguém da equipe de abdominal, para ver a possibilidade de me atender ainda naquele dia. Conseguiu que o dr Heber abrisse uma exceção na agenda dele e me concedesse a consulta, porém teria que ser o último da agenda. Demorou aproximadamente 45 minutos e fui chamado. Quando entro no consultório, fui atendido pelo dr Paulo (ué, mas não era Heber?), que logo me tranquilizou, dizendo que fazia parte da equipe do dr Heber. Todos os médicos foram muito atenciosos e, em especial, o dr Heber me explicou tudo sobre a doença, até desenhou o estômago para explicar onde se encontrava o tumor, como poderia estar a situação da ferida, exemplificando como se a sala fosse o estômago e as paredes onde o tumor estaria.

Acho que já escrevi bastante por hoje! Na próxima página do diário, vou escrever de como se desenrolou o restante das consultas.

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!

domingo, 21 de janeiro de 2018

Resumo da semana #3 - 2018

Pensa numa semana cheia de efeitos colaterais!!! Foi isso o que eu passei. Daqui pra frente, pelo menos nos próximos meses, meus posts serão bem monótonos (dá pra se notar em "comidas"). Só o que salvou a semana foi o melhor dos eventos!!!

- Filmes: "Harry Potter e o Cálice de Fogo" (Harry Potter and the Goblet of Fire)


- Música: Marcelo Jeneci - Pra sonhar


- Eventos: Casamento da Talita e do Emerson















- Comidas: Ensure de baunilha (gostoooooooooooooso #sqn) e os bombons de São Francisco, do casamento



- Fato alegre: Ter podido participar do casamento da minha irmãzinha Talita e a solidariedade dos meus amigos do Escritório Exclusivo SP Nordeste! Obrigado #família8262





- Fato triste: Efeitos colaterais da quimioterapia acabando comigo!!! Achei que fosse passar de boa, mas foi (ainda está sendo) bem pesado.

- Fato engraçado: "Talita, quem é Anderson?" hahaha

- Encheção de saco: Ser literalmente a "cagona da balada". Se vocês soubessem a quantidade de vezes que tenho ido ao banheiro, diariamente, chega a ser obscena a quantidade de água e papel higiênico que tenho gastado nestes últimos dias!!!

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!
Agradeço a todos pelas orações e energias positivas que tem me enviado!!! Sou muito grato a cada um de vocês!

Imagem do filme compartilhada de Adoro Cinema.
Vídeo compartilhado do canal do Youtube Jenecine.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Resumo da semana #2 - 2018

Caraca, e que semana foi essa? Muita correria, muita mensagem, muita oração e acima de tudo, muito hospital.

- Filmes: "Moana - Um mar de aventuras" (Moana) e "Shrek 2" (Shrek 2)


- Música: Vitas - Opera #2


- Eventos: Escape "Pânico no metrô", do Escape 60 com os The Escapers (nossa que redundante) e cirurgia com internação no resto da semana.





- Comidas: É tudo comida do hospital, que estava uma delícia!!! (Mas confesso que olhando agora, tá me dando um certo enjoo! rs)









- Fato alegre: O fato de ter o privilégio de ser paciente em um hospital referência, com profissionais excelentes e um atendimento, no mínimo, fantástico! Estão todos de parabéns!  Além disso, as mensagens de carinho, a preocupação dos amigos e parentes, as orações e vibrações positivas que venho recebendo, não tem como não se alegrar e se emocionar com isso! Obrigado a todos!

- Fato triste: Mais uma vez estou aqui falando de doença, mas dessa vez a coisa ficou séria. Em 14/12, fui diagnosticado com um adenocarcinoma no estômago, ou seja, um tumor maligno.

- Fato engraçado: "O meu filme favorito é Prepúsculo"

- Encheção de saco: Nunca tive problema algum com meu convênio, mas um dia antes do agendado para a minha cirurgia (que seria no dia 09), eles haviam liberado o procedimento, mas não o material, que só foi liberado no meio do dia da própria operação. Ou seja, perdi mais dois dias, por conta dessa burocracia toda!

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!
Agradeço por toda energia positiva, orações e tudo mais que veio do coração de cada um de vocês!

Imagens dos filmes compartilhadas de Adoro Cinema.
Vídeo compartilhado do canal do Youtube rxsuicide.

domingo, 7 de janeiro de 2018

Resumo da semana #1 - 2018

E o ano começou com tudo! Com quase todos os dias indo ao hospital, atrás de consultas e exames!

- Filme: "Rogue One: Uma história Star Wars" (Rogue One: A Star Wars story); "Da magia à sedução" (Practical magic); "Lara Croft Tomb Raider: A origem da vida" (Lara Croft Tomb Raider: The cradle of life); "O show de Truman - O show da vida" (The Truman show)



- Música: Bryan Adams - Star


- Eventos: Encontro com amigos



- Comidas: Galeto com risoto de laranja e alecrim à la Marcelo Serrado e Grand Gateau de creme brulèe á la Renata Ricci, do Paris 6 Vaudeville



- Fato alegre: Saber o quanto sou querido e a solidariedade de tanta gente!

- Fato triste: Passar mal na terça e ir ao médico quase todos os dias da semana

- Fato engraçado: "Sara nosso rei" by Denise; Lucineide de salto alto na praia;

- Encheção de saco: Bolsonaro, Bolsominion, Bolsochato... Como as pessoas não percebem o quanto esse cara é sem noção, mau caráter e totalmente despreparado pra tudo?

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!

Imagem do filme compartilhada de Adoro Cinema.
Vídeo compartilhado do canal do Youtube BryanAdamsVEVO.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Diário de uma doença II - A hora do diagnóstico

Antes de qualquer coisa, se alguém ler esse texto, só quero que saibam que esse é um diário para me recordar de tudo o que passei nesses últimos meses. Como alguns que acompanham o blog sabem, não o fiz com o intuito de alguém ler, mas pra exercitar minha capacidade de escrever e foi como uma válvula de escape pro falecimento do meu pai.

Continuando...

Após ter feito uma tomografia de emergência e ter descartado a possibilidade de estar com apendicite, até relaxei um pouco e resolvi esperar saí o resultado de todos os exames. No dia de pegar o resultado da endoscopia, isso já no dia 26/11/2017, o Delboni não encontrava meu exame de jeito nenhum. Fiquei meia hora esperando, buscar. Esse foi o início de uma sequência de erros (que vai ser contada em uma nova postagem).

Ser humano é um bicho besta e curioso, né? Pois lá fui eu abrir os resultados. Num deles (o resultado da biópsia), constava o termo "lesão ulcerada com formação de células atípicas". Nem precisei jogar no Google, pensei "células atípicas?", o negócio é mais sério do que eu pensava.

Voltei ao médico, no dia marcado para o retorno, para levar os exames. O doutor examinou primeiro a tomografia, mesmo porque ele não sabia que eu tinha voltado ao pronto socorro e feito a tomografia. Não viu nada de diferente, a não ser a gordura no fígado e duas hérnias de hiato (que eu já sabia que tinha). Ao analisar a endoscopia, leu o laudo normalmente (pode ser que todos os médicos, que eu tenha passado até hoje, sejam muito ruins, mas eu nunca tinha visto nenhum deles observar as imagens que vem na endoscopia), fechou o exame e em seguida pegou o resultado da biópsia e leu, releu e pegou a endoscopia novamente. Foi a primeira vez que vejo um médico observando as imagens de uma endoscopia.

Após pensar e reler mais uma vez, mostrou uma das imagens pra mim e me mostrou uma mancha branca, explicando "Tá vendo essa foto? Aqui é a saída do esôfago e, logo na entrada do estômago, tem essa lesão que não sabemos o que é. O próprio laboratório orientou que faça um novo estudo, em cima da lâmina da biópsia, para investigar a fundo do que se trata". Dito isso, me explicou que eu deveria voltar ao laboratório onde realizei a endoscopia e solicitar que fosse feito um exame imunohistoquímico na biópsia e, caso o laboratório não realizasse esse procedimento, teria que pedir a lâmina para encaminhar a um algum outro laboratório que fizesse o exame.

Corri para o laboratório e estava todo mundo tão perdido quanto eu. Se eu nunca havia ouvido falar no tal do imuno alguma coisa, eles pareciam conhecer menos ainda. Mas no fim, acabou tudo dando certo. Resultado ficou pronto no dia 10//12 e o retorno ao gastro estava marcado para dia 14.

No dia 14/12/2017, voltei ao médico com o resultado do imunohistoquímico em mãos. Quando ao abrir, o médico disse que, para ele, era algo novo que não conhecia. Após pesquisar, no que ele chamou de "Pai dos Burros", finalmente falou que estou com um tumor maligno, um "adenocarcinoma do tipo intestinal de Laurén". Claro que me assustei, mas meio que estava esperando por um resultado parecido (lembra das células atípicas?). Me encaminhou a fazer tratamento no Hospital A. C. Camargo e fez questão de me dar o número de seu telefone celular pra qualquer tipo de ajuda, documentação necessária, além de pedir pra eu mantê-lo informado sobre o meu estado de saúde. Mais uma vez, o médico me surpreendeu!

Na sequência, vou falar de uma série de coisas que começaram erradas, parecia até falta de sorte!

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Textão chato - Diário de uma doença I

Antes de qualquer coisa, se alguém ler esse texto, só quero que saibam que é um diário, para me recordar de tudo o que passei nesses últimos meses. Como alguns que acompanham o blog sabem, não o fiz com o intuito de alguém ler, mas pra exercitar minha capacidade de escrever e foi como uma válvula de escape pro falecimento do meu pai.

No dia 26/10/2017, uma quinta-feira, fui com amigos ao Madero para jantar. Sempre comi bastante, tenho uma forma roliça (rs) e nos dias seguintes a essas orgias gastronômicas, me sentia estufado durante o dia inteiro. Dessa vez, não foi diferente. Só que o desconforto continuou na sexta, no sábado e, no domingo, ao ver que não tinha voltado ao normal, fui ao pronto socorro (claro que antes já tinha tentado algumas coisas como Luftal, sal de frutas, etc).

Dia 29/10/2017, levei o Michel ao metrô para que ele fosse trabalhar e segui pro pronto socorro do Hospital São Luiz, do Anália Franco. Era domingo de manhã, então estava bem vazio, fui atendido rapidamente. Fiz alguns exames (ultrassom do abdômen e alguns de sangue), mas os resultados não demonstraram nenhuma irregularidade grave, a não ser a minha esteatose hepática que já me acompanha há algum tempo. Me deram alta e receitaram Buscopan e Tylenol, de 6 em 6 horas.

Após ter tomado a terceira dose de Tylenol aquele dia, minha dor não tinha cessado e resolvi voltar ao hospital. Foi a maior confusão, pois "eu tinha que ter avisado que eu já tinha ido ao hospital naquele dia", mas o atendente nem mesmo olhou em minha cara para perguntar qualquer coisa. Simplesmente foi abrindo a ficha e só ao final perguntou o que eu estava sentindo. Enfim, fui atendido e a médica já me indicou que recebesse morfina na veia, mas não sem antes passar com um cardiologista, pra, pelo menos, excluir algum risco coronariano. Fez mais alguns exames de sangue e, após algum tempo, me liberou pra casa, recomendando que eu procurasse um gastroenterologista, para que fizesse uma pesquisa mais a fundo.

Consultei amigos sobre indicações de um bom gastro e consegui duas recomendações: uma da Lucineide e outra da Carol. Dei preferência pro da Lu, mas ele só tinha agenda para quase um mês depois e, ao ligar para a clínica do médico da Carol, já tinha agenda para a próxima semana. Não pensei duas vezes, agendei e fui pra consulta.

Num primeiro momento, expliquei tudo o que aconteceu e informei que doía o abdômen todo e não era uma dor intermitente, ela ia e vinha. Também disse que quando estive no pronto socorro, nas duas vezes, a dor era insuportável quando os médicos apalpavam meu baixo ventre, do lado direito. Logo, o gastro suspeitou de apendicite e solicitou que eu fizesse uma endoscopia e uma tomografia do abdômen (essa era mais urgente, assim que tivesse o resultado, era pra ter um jeito de levar pra ele). Não solicitou colonoscopia, num primeiro momento, pois, além de muito invasiva, não seria imprescindível para eliminar suas suspeitas. Ele pediu que, caso a dor voltasse, que eu fosse ao pronto socorro novamente e explicasse as suas suspeitas e pedisse pra fazer uma tomografia de urgência.

E foi exatamente o que aconteceu. Alguns dias depois, passei mal e voltei ao pronto socorro. Nunca passei tanta raiva naquele lugar. Fizeram mais exames de sangue e a tomografia. Eu estava com fome, frio, sede (não podia tomar água por conta da tomografia), sono e dor, e nada de sair os resultados dos meus exames. Passadas 4 horas na espera, fui questionar e falaram que faltavam alguns exames de sangue. Após uns 15 minutos (minha ficha era a única que estava numa pasta amarela e, durante esse tempo, vi a pasta andando pra lá e pra cá), a moça da recepção me chama e me encaminha para o setor de coleta. Adivinha? Teriam que coletar meu sangue de novo. Me recusei e falei que queria ir embora, que deixasse eu falar com o médico com apenas o que tinha resultado.

Ao falar com o médico, este pediu mil desculpas pelo ocorrido e que poderia acontecer com qualquer um, mas que alguns resultados eram importantes. Repeti que queria apenas ir embora pra minha casa e ele avaliou o que tinha em mãos. Falou que meu apêndice estava ligeiramente aumentado, mas isso podia ser apenas uma característica do meu corpo (assim como pessoas tem narizes ou orelhas maiores, por exemplo). Ele comentou da possibilidade de me internar, para ficar em observação e verificar a evolução da dor e me medicar, mais uma vez insisti que queria ir pra minha casa. Já sem dor, mas morrendo de raiva, ainda mais na hora de pagar o estacionamento, que ficou em, nada menos, que R$ 50,00.

Esse foi só o começo de uma saga... continua nos próximos dias!

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos!