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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Diário de Viagem: Japão - Jardim, comida, arte e luzes

 E a segunda-feira no Japão, começou com tudo! Enquanto os dias anteriores foram mais tranquilos, para tentarmos recuperar da viagem cansativa, a semana iniciou com um dia cheio de passeios diferentes e um dos dias que mais gastamos em atrações. 

Acordamos cedinho, comemos algo leve no kombini e fomos caminhando até o Hama-Rikyu Onshi-teien, um parque com belos jardins e prometendo bastante sakura, a famosa flor de cerejeira. Chegamos ao local, antes da abertura e ficamos esperando. Durante esse período, chegaram dois ônibus de turistas japoneses, a maioria idosos. A entrada custava ¥300 (aproximadamente R$ 11,00) e o parque era muito bem cuidado, com muitas árvores, lagos, algumas construções e pontes japonesas. A sakura entregou o que prometeu. 















O motivo de termos tomado um café leve, era a nossa próxima atração: o Tsukiji Market. O mercado é o antigo local onde era feito o famoso leilão de atum (desde 2018, foi transferido para o Toyosu Market, em outro ponto da cidade). O local é um labirinto de ruas, cheios de barracas e estabelecimentos que vendem de tudo, especialmente relacionado a comida, desde alguns pratos e doces típicos, muitos frutos do mar, frutas, sucos, sorvetes, castanhas, salgadinhos, além de utensílios de cozinhas, principalmente facas. Sempre bastante cheio, conseguimos comer algumas coisas interessantes, como sashimi de atum (especialmente o toro, com bastante gordura), espetinho de wagyu e de camarão empanado, morangos vermelho e branco, ichigo daifuku (mochi com morango) e achamos o sorvete Cremia sabor matcha. 












De lá, seguimos em direção à Tokyo Tower, mas só para tirar algumas fotos por lá, não subimos. Embaixo da torre, que é parecida com a Torre Eiffel (na verdade, a Tokyo Tower é maior), na cor laranja, havia um shopping, onde demos algumas voltas. Ainda estava bem cedo para o nosso próximo compromisso, então andamos tranquilamente pelo bairro e paramos em um templo que ficava no alto de um morro, cheio de escadas. 












Tínhamos ingressos para às 14:00h, para conhecer o museu de artes visuais TeamLab Borderless. Foi meio difícil de acharmos o local exato, pois fica dentro de um shopping, mas conseguimos chegar a tempo. O local é muito grande, com salas onde a luz é o grande artista. É permitido tirar fotos à vontade e, a cada momento, as luzes mudam. Se você entrar em uma sala, ao voltar pra ela, em outro momento, tudo já estará totalmente diferente. Em uma das salas, você pode escolher um desenho para colorir, para a imagem ser escaneada em seguida e a sua ilustração ser liberada pra passear livremente pela sala. São figuras de animais marinhos, onde eu escolhi uma tartaruga e o Michel ficou com uma lula. Vale muito a pena conhecer, mesmo o ingresso sendo um pouco mais caro. Há outras opções de TeamLab's pelo Japão, mas preferimos escolher apenas uma e gostamos muito da opção que fizemos. Saímos de lá e fizemos um lanchinho numa Starbucks, antes de seguirmos com nosso passeio. 



















Eu havia falado no post anterior, sobre a dificuldade de fazer um roteiro de viagem, quando você não conhece as distâncias e os tempos de cada atração e deslocamentos. Por mais que tenha sido um dia cheio, teve bastante livre entre os passeios. Depois de comer, fomos pra Shibuya. O bairro famoso pela travessia de pedestres mais movimentada do mundo, está cheia de coisa pra se fazer. Como estava cedo para o que estava planejada, fomos andar pelo shopping Shibuya Sakura Stage, onde o Michel ficou bastante interessado em ir à loja da Square Enix (famosa produtora de video games, dos jogos Final Fantasy e Dragon Quest). Aproveitamos pra passar na Tsutaya, uma rede de livrarias local e jantar no McDonald's, comemos um sanduíche de frango teryaki e outro de camarão.








Ainda deu tempo de ir à Don Quijote, uma loja de departamentos que vende de tudo, além de ter uma poluição visual e sonora incrível. A loja de Shibuya é uma das maiores, com vários andares. Mas a visita foi rápida, pois tínhamos ingressos comprados para subir na Shibuya Sky, programado para às 20:40h. O centrinho de Shibuya é bem confuso, além de uma reforma grande (se não me engano era uma construção), o lugar é cheio de níveis diferentes, com passarelas, viadutos, fazendo com que a gente fique meio perdido. Achamos o local, que também era dentro de um shopping. Já do andar onde subíamos para a torre, achamos que estava bem alto, mas o negócio era láááá em cima. Estava bastante frio, ficar do lado de fora, no terraço, foi bem difícil! Mas conseguimos aproveitar, tirarmos fotos e voltar pro hotel, cansados pra tomar um banho e dormir. 














Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos! Namastê!

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