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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Diário de Viagem: Japão - Shibuya, Shinjuku e show de luzes

Foi mais um dia "tranquilo" por Tokyo. Como já havíamos feito algumas das coisas que estava em nosso roteiro, uma parte do dia ficou quase livre. A ideia inicial, era ir cedo pra Shibuya, pra podermos tirar foto, tranquilamente, com a estátua do Hachiko, aquele cachorro shiba que ia todos os dias esperar seu dono na estação, mesmo depois de ele ter morrido (quem quer conhecer um pouco da história, assista ao filme Sempre ao seu lado, com o Richard Gere). Realmente foi um bom momento pra se ir, já que estava bem tranquilo, sem multidão e turistas chatos. 




Depois de tirar algumas fotos com o cachorrinho, seguimos pra Shibuya Crossing, o cruzamento mais famoso do mundo, onde milhares de pessoas atravessam de uma vez. Muita gente passa filmando, para pra fotografar no meio e, curiosamente, parece que ninguém nunca se esbarra. Seguimos de lá para a Starbucks, do Tsutaya, de onde também se tem uma vista mais ampla do cruzamento. Por ser cedo, não havia tantas pessoas, mas aproveitamos para tomar algo enquanto observávamos o movimento. 




Caminhamos mais um pouco pelas ruas de Shibuya, mas fomos para o rio Megurogawa, ver se ainda tinha algumas sakuras pra tirar foto e nos alegrar. Ao sair do metrô, encontramos um mini shopping com uma livraria e uma loja de donuts "I'm donut?", que tínhamos já achado curioso. Tinha uma fila pra comprar, aproximadamente umas 7 pessoas na nossa frente. Compramos alguns donuts e fomos pro lado do rio. Além de não ter sakura, o rio mais parecia um córrego de tão pouco volume de água. Decepcionante!







De lá, fomos para o Hanozono Jinja, um santuário xintoísta do século XVII e é um dos locais prediletos dos empresários, para agradecer por empreendimentos bem sucedidos. Estava tendo uma feirinha de usados por lá, mas nada que chamasse a atenção. Tiramos algumas fotos e o Michel estreando a sua camiseta com os dizeres "Pobre, but international". Ainda paramos um pouquinho à sombra, para descansar. O roteiro tinha uma lacuna bem grande, pois ainda era por volta de 11h da manhã e o nosso próximo compromisso seria apenas às 19:00h. 






Então fomos a algumas lojas, que o Michel havia pesquisado para ver se achávamos alguns itens do jogo Genshin Impact, pra comprar. Fomos em algumas lojas de usados, algumas bem obscuras, mas não encontramos nada que tivesse chamado muito a atenção (a não ser um poncho lindo, de um personagem do jogo, mas que custava uns 12000 ienes). Michel lembrou de outra loja, que ficava um pouco mais longe, mas como estava cedo resolvemos ir. No caminho, paramos pra comer um Doria, que estava bem bom, mas esqueci de tirar fotos. Achamos a tal loja que o Michel queria, mas pra variar só tinha coisinhas de chaveiro, adesivos e coisas sem graça. A única coisa legal que ele achou, foi um livro das receitas que tem no jogo, que ele comprou. Tinha uma loja do Snoopy perto e gastei alguns ienes por lá, inclusive comprei um Snoopy de pelúcia grande, pra fazer companhia pro Doraemon. Voltamos pro hotel, pra deixar as coisas, antes de ir pro restante do roteiro. 








Chegamos ao Tokyo Metropolitan Government Building, o prédio do governo japonês, com mais de 45 andares, que possui um observatório gratuito (e uma fila enorme também). Mas nosso objetivo não era subir ao observatório, mas assistir ao Tokyo Night & Light, que é uma projeção na fachada do prédio. Se o clima estiver bom, nada melhor do que deitar no gramado e assistir tranquilamente. O espetáculo é lindo e bem divertido de assistir. No final da postagem, dê uma olhada nos dois Post Scriptum, que tem uma surpresinha. 







Depois de assistir, procuramos algum lugar onde poderíamos comer um kare ou udon, pois achamos a fusão dos dois: kare udon. Era um restaurantezinho para japonês, nada turístico. Uma única senhora japonesa atendia a todos, inclusive no caixa, correndo pra lá e pra cá. Michel escolheu um tonkatsu kare udon, enquanto eu escolhi uma opção que vinha com todos os ingredientes possíveis dentro (foi um engano, pois eu já tinha visto a palavra em algum lugar, mas ela significava meio que um "tudo" e esse tudo incluía muita cebolinha). Como o kare tem um gosto muito forte, mesmo com a cebolinha consegui comer o "tudo". 

Após jantar, fomos andando até o distrito de luzes de Shinjuku, o Kabukicho, para tirar algumas fotos antes de voltar para o hotel. Fomos andando do restaurante, mesmo sendo um lugar meio escuro, mas até que foi tranquilo e providencial, já que tínhamos que fazer digestão. Tiramos algumas fotos por lá e seguimos de volta pro hotel, mas não sem antes comprar um sorvetinho, pra fechar a noite. 







Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos a todos! Namastê!


PS1: Eu cheguei a gravar o espetáculo inteiro, e subi no meu canal do Youtube que, apesar de não usar muito frequentemente, adoraria que me seguissem lá também. Para ver, é só clicar AQUI.

PS2: Eu prometo que, se o canal chegar a 1000 seguidores, passarei a produzir conteúdos por lá também (como eu sei que isso nunca acontecerá, então posso prometer sem medo hahaha). Pra me seguir, clique AQUI.

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Já é o último dia em Paris?

 Depois do meu aniversário na Cidade Luz, tínhamos um último dia pra aproveitar a cidade. Foi basicamente um dia contemplativo, onde tiramos muitas fotos dos lugares em que passamos. 

Logo cedo, tínhamos ingresso para conhecer o Palais Garnier, o teatro da história do fantasma da ópera. O tempo estava bastante frio, mas pelo menos não estava chovendo. Chegamos à ópera e ainda não estava aberta, já formando uma fila razoável do lado de fora. E eu já olhando em volta, para ver as lojas que eu queria ir, depois de lá hehehe. 


A arquitetura da ópera é belíssima, com estilo neobarroco, fundado em 1669. O luxo em seu interior remete à mais alta sociedade no reinado do rei Luis XIV, com muito mármore e veludo vermelho. Tiramos muita foto lá dentro, mesmo estando cheio. 













Saímos de lá, demos uma passada "rápida" na Lindt em frente, compramos vários bombonzinhos (tinha de sakura, mas não tinha o de manga, que o vendedor da loja no Brasil me garantiria que teria hunf). De lá, pegamos o metrô e fomos em direção à La Defense. Já chegamos dentro do shopping mesmo, pois estava na hora do almoço. Comemos uma galette (crepe salgado) e um crêpe. 



Era a primeira vez que eu estava em La Defense, o bairro moderno e maior centro financeiro da Europa, com construções lindas e muita arte espalhada na esplanada. Uma das mais famosas, é um dedão de bronze brotando do chão, além do Grand Arche de La Defense, que é um arco lindo e espelhado, que se alinha com o Arc de Triomphe (Arco do Triunfo) e o Arc du Carrousel, que fica em frente ao Louvre. O dia já havia esquentado e o sol estava alto. 







Saímos de lá, voltamos até a estação Charles de Gaulle-Étoile, onde fica o Arc de Triomphe. Para quem não sabe, o arco fica no meio de uma praça, que é cercada por uma rotatória larga, onde não se pode atravessar. Para se chegar ao centro da praça, é necessário atravessar os túneis por baixo do nível da rua. Estava cheio, com muita gente fazendo fila para a bilheteria a fim de subir no arco. Nós não subimos, pois não era mesmo nossa intenção. 







Após tirarmos foto, voltamos para a borda da praça (lado de fora) e começamos a descer a Avenue des Champs-Élysées. Entramos em algumas lojas, mas o que mais interessou nesse passeio, foi o chocolate quente maravilhoso (e que queimou nossa boca), que tomamos numa cafeteria/doceria chamada Jeff de Bruges. Como não estávamos para brincadeira, descendo um pouco mais, entramos em uma galeria em que tinha uma sorveteria da Häagen-Dazs e claro que aproveitamos. 




Na hora de voltar pro hotel, passamos um pouco de perrengue. Nossa intenção era descer a estação Concorde, do metrô, para que pudéssemos pegar uma única linha sem fazer baldeação, porém, já chegando próximo à estação, o acesso estava fechado. O Xi Jinping, presidente da China, estava chegando a Paris e estava tudo fechado para a passagem dele, com muitos policiais e cidadãos chineses, querendo contemplá-lo. Resultado, tivemos que voltar uma estação e fazer uma baldeação. Detalhe, para o guia da Opera Garnier, em japonês que comprei mais cedo. 

Voltamos cedo, pois tínhamos que terminar de arrumar a mala e nos preparar para viajarmos a Londres, no dia seguinte. 

Valeu, pessoal! Ósculos e amplexos virtuais a todos! Namastê!